iFood passa a oferecer seguro de vida para entregadores 1

iFood passa a oferecer seguro de vida para entregadores

A partir deste mês de outubro, todos os entregadores do iFood que atuam em São Paulo poderão contar com seguro de vida em casos de acidentes, invalidez ou morte acidental.

Além disso, outra novidade é que eles terão acesso a descontos em planos de saúde, assim como em cursos oferecidos pelo Sesi-SP (cuidados com equipamentos, segurança e finanças pessoais). 

Por enquanto, o iFood está realizando um teste para ver como tudo funcionará na prática. Porém, a expectativa é que em novembro a novidade atinja os mais de 70 mil colaboradores cadastrados na plataforma em todo o Brasil

No geral, o seguro cobrirá todas as despesas odontológicas e médicas no período em que o trabalhador estiver realizando suas atividades, ou seja, logado no app e fazendo entregas de moto ou de bicicleta.

De acordo com informações divulgadas pela empresa, em situações de acidente o seguro poderá cobrir até R$ 15 mil em despesas médicas. Por sua vez, no caso de mortes acidentais esse valor sobre para R$ 100 mil – o mesmo vale para situações de invalidez parcial ou total. 

Já em relação aos descontos nos planos de saúde, eles farão parte de um programa de pontos conhecido como iFood Delivery de Vantagens. Dentro desse programa, cada entrega concluída de moto equivale a dois pontos. Já de bicicleta a quantidade de pontos dobra: quatro. 

Além disso, as gorjetas também influenciam diretamente. Cada R$ 1 de gorjeta equivale a um ponto para o entregador. Ao todo, cada um pode conseguir um valor máximo de 14 pontos por dia. 

Vale ressaltar que existe essa pontuação máxima a fim de evitar que o colaborador trabalhe além do esperado durante um dia apenas para conseguir mais pontos – algo que poderia prejudicar diretamente a sua saúde e colaborar com acidentes. 

A decisão foi tomada depois da morte de um entregador da Rappi, empresa concorrente, que aconteceu em julho deste ano. A fatalidade fez com que inúmeras discussões surgissem, ainda mais levando em consideração que os profissionais não possuíam nenhum benefício trabalhista. 

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